segunda-feira, 9 de julho de 2018

Opinião: The Incredibles 2: Os Super-Heróis

     Começo a escrever no GeekStorm logo com um artigo de opinião e logo sobre um dos filmes que me causou mais voltas ao estômago quando foi lançado o primeiro trailer, mas já lá vou.



     Quando foi anunciada a longa-metragem do The Incredibles 2, eu fiquei como uma miúda de 14 anos nos concertos do Justin Bieber, aos saltos e a babar-me  (vá... não a babar-me).

     Claro que como fã de filmes de animação, esta era uma película que esperava à 14 anos, e na minha cabeça coisas fantásticas começaram a ser imaginadas, como por exemplo, aqueles 14 anos que referi anteriormente terem de facto passado naquele universo, termos uma família Pêra mais envelhecida e os super-heróis não serem  mais contra a lei. Isto aconteceu em vários filmes, de animação e não só, tendo quase todos eles sido êxitos da Sétima Arte.

     Imaginem o meu espanto quando no primeiro trailer o Zézé tem exactamente a mesma idade que no primeiro filme! Caiu-me tudo... todos aqueles anos, 14 para ser preciso, e naquele universo nem um ano se passou? Como é que foram fazer isto? Fiquei frustrado, muito frustrado, mas também fiquei curioso (se levaram tanto tempo para lançar o filme é porque a historia de certeza que era boa).

     Foi só esperar uns meses e nos primeiros dias de estreia em Portugal lá estava eu sentado, não na primeira, mas na última fila, em que podia chorar e ninguém iria dar conta (felizmente nenhuma lágrima foi sacrificada no decorrer da sessão).

     O filme começa, mesmo ali, onde termina o primeiro. Com a Ascensão do Underminer (traduziram o nome para português, mas não o decorei). Tudo o que acontece neste primeiro ato trás repercussões para toda a longa.

     No seu ser, The Incredibles 2 é uma imagem espelhada do primeiro. Helena e Beto a trocarem de papéis, ela agora como super-heroína e ele na lida da casa e dos filhos e com todas as peripécias que isso acarreta, como os problemas com rapazes da Violeta, a matemática do Flecha ou os poderes descontrolados do Zézé. 


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