segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Análise: Mi Band 3

A Xiaomi é uma das marcas mundiais em maior crescimento na área da tecnologia, sendo que já chegou ao quarto lugar mundial do ranking de vendas de smartphones. Mas se estão perto do pódio nos telemóveis, nas smartbands estão na liderança! Falemos então da mais recente e esperada smartband da marca chinesa: a Xiaomi Mi Band 3.


Desde a primeira Mi Band, a Xiaomi fez sucesso no mercado das smartbands. Uma pulseira barata e com funcionalidades acima da média fizeram-na destacar-se. Mas foi com a Mi Band 2 que a popularidade subiu a pique: bastou acrescentar um ecrã na pulseira para a deixar muito mais atraente e autónoma, algo que faltava na versão anterior.

Agora, a Xiaomi lançou a Mi Band 3, e todos os defeitos e falhas que se apontava à Mi Band 2 parecem ter sido resolvidos.

Caixa da Mi Band 3 | Foto: GeekStorm
A Mi Band 3 é uma pulseira que funciona como relógio e monitor das atividades do dia-a-dia. Registo dos passos, batimentos cardíacos e registo de atividade física, são apenas algumas das funcionalidades que herdou da sua antecessora. Mas agora informações sobre o estado do tempo, cronómetro e até detetar a localização do telemóvel, são as novidades que esta nova versão traz para o jogo.

Conteúdo da caixa: Mi Band 3, Pulseira e Carergador | Foto: GeekStorm
Medir a qualidade de sono continua a ser uma funcionalidade disponível na Mi Band 3. Para além disso, se possuírem algum dispositivo Smart House da Xiaomi compatível com a funcionalidade de Bluetooth, assim que adormecerem, a Mi Band 3 envia uma informação para o dispositivo. Por exemplo, se tiverem um Mijia Bedside Lamp, este ao estar sincronizado com a smartband, assim que adormecem, podem programar o candeeiro para se desligar automaticamente.

O ecrã da Mi Band 3 é bem maior e mais brilhante que o da antecessora, apesar de continuar a sem ser possível ajustar a luminosidade do visor OLED, nem manual nem automaticamente. Para além disso, passou a ter a funcionalidade de ser ecrã táctil.
Em termos de dimensões, a nova versão da smartband é ligeiramente maior que a anterior, embora essa diferença não seja perceptível quando no pulso.

Aspeto da Mi Band 3 no pulso | Foto: GeekStorm
A bateria da Mi Band 3 não é muito grande, mas é maior que a anterior: 110 mAh e é capaz de aguentar, segundo a Xiaomi, cerca de 20 dias. Segundo o nosso teste, estes valores estão corretos, mas também depende se, por exemplo, pretendemos que a smartband nos mede várias vezes ao dia a nossa pulsação. Há funcionalidades que exigem mais algum consumo de bateria e isso pode afetar os tais 20 dias de média referidos. Ainda assim, termos um aparelho que só precisamos de carregar uma vez por mês é algo inédito nos dias que correm.

Sendo esta uma smartband com Bluetooth, a ligação ao nosso smartphone é apenas um passo natural. Compatível com Android (4.4 e superior) ou iOS (9.0 e superior), basta instalar a aplicação da Mi Fit a partir da loja de aplicações para poder utilizar em pleno as funcionalidades da Mi Band 3. Ligado ao smartphone, podemos receber notificações de várias aplicações que podemos definir. Para além disso, podemos ler as primeiras linhas de mensagens e emails, tal como ver quem nos está a ligar e até rejeitar ou silenciar as chamadas.

Xiaomi Mi Band 3 | Foto: GearBest
A utilização da Mi Band 3 é extremamente intuitiva e fácil de nos adaptarmos. Apesar de ser maior que a versão anterior, é extremamente confortável no pulso e quase que nos esquecemos que a estamos a utilizar. As funcionalidades estão ajustadas e acabam por ser tudo aquilo que gostaríamos de ter visto na Mi Band 2.
A Xiaomi apresenta-nos uma excelente smartband por um preço que quase parece impossível, mas é essa a mais valia da Mi Band 3: baixo preço e alta qualidade. Uma recomendação instantânea.

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