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Aviso: Não sou de modo algum perito em videojogos pelo que o exposto corresponde à minha opinião e pode conter SPOILERS, por isso procedam pela vossa conta e risco!
Apesar de este jogo se tratar de um “remasterizado”, esta análise não vai comparar o jogo original com o agora apresentado pela Playsaurus e pela TFL Studios, até porque, após alguma pesquisa, chega-se à conclusão que o jogo original, do início de 1987, dificilmente existiu. Grande reviravolta, não é verdade?
A paleta de cores | Fonte: The Eternal Castle [REMASTERED]
Quanto ao jogo de agora, que esse sim é possível analisar. The Eternal Castle [REMASTERED], disponível para PC (onde joguei) e para Nintendo Switch, é um jogo de plataformas e que dá uma boa sensação de regressar ao passado pela sua arte pixelizada e com uma paleta de cores que é bastante característica. Ao nível dos textos, fora o inicial que é difícil de compreender (mas isto pareceu-me propositado), estes são legíveis. E não podia deixar de mencionar os cenários, todos eles interessantes por mostrarem e transmitirem diferentes atmosferas, tal como os inimigos presentes em cada um deles.
A animação é também ela muito bem-feita, seja ao nível do personagem empunhar uma arma, saltar, atacar ou realizar uma ação e quer sejamos nós a executá-las ou os nossos inimigos.
Na mesma linha, a jogabilidade também é condizente com a "altura" e responsiva. Tudo tem os seus momentos e padrões definidos.
A tentar perceber o que se passa | Fonte: The Eternal Castle [REMASTERED]
Indo para a história: esta é simples e objetiva (à vista desarmada), mas, novamente, esse parece ser o intuito porque muitos dos jogos no passado assim o eram. Temos um objetivo definido e o tema, apesar de ser recorrente, não deixa de ser atual devido ao ser humano estar sempre em conflito, seja no passado, presente ou futuro, onde decorre a trama. Dou ainda nota do facto de recordar uma frase pela forma como, nesta altura, fez tanto sentido para mim. Eventualmente, noutra fase da vida não lhe atribuísse tanta importância.
Ao longo do percurso de The Eternal Castle vão encontrar, novamente à semelhança do que acontecia no passado, fases com vários secções/salas que muitas das vezes nem precisam de ser exploradas para progredirem, funcionando assim como um extra. O que também é opcional é a escolha das fases a que querem ir primeiro. Algo que se deve ter atenção, para poderem usá-los sempre que os avistarem, são os checkpoints, pois preparem-se para morrer várias vezes (contra inimigos comuns, bosses e ainda armadilhas no cenário), outro apanágio nestas bandas old school.
Um ambiente diferente, não só mas também assinalado pela coloração | Fonte: The Eternal Castle [REMASTERED]
Assim sendo, este jogo leva em torno de 2/4 horas a ser finalizado (eu demorei perto de quatro horas), dependendo sempre, claro, das habilidades, experiência com este género, objetivos e etcétera e tal do jogador.
Contudo, muito provavelmente terão interesse em reviver a experiência, nem que seja por serem caçadores de troféus. E, mesmo que não queiram voltar a jogar a história que acabaram de concluir, terão desbloqueado dois novos modos. O primeiro, o The Lost Tales, que se trata de um novo capítulo, e ainda um modo PvP. Ou seja, a curiosidade provavelmente também vos levará a dar-lhes uma oportunidade.
Contemplação | Fonte: The Eternal Castle [REMASTERED]
Conclusão: exista ou não um The Eternal Castle com mais de três décadas, a verdade é que isso pouco importa porque este jogo funciona por si só. Tem um tom próprio e dá, a quem o experimentar, umas horas bem passadas, nas quais parece realmente que voltamos ao passado, ainda que a sua história seja no futuro.

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