segunda-feira, 16 de julho de 2018

Na semana passada tínhamos falado que Broly seria uma das personagens no próximo filme de Dragon Ball Super, tornando-o oficialmente como uma personagem canónica.



As mudanças de design na personagem foram agora reveladas na Jump Victory Carnival, uma feira da revista Shonen Jump. No evento, os fãs puderam ver uma nova figura com o novo aspeto de Broly para o próximo filme.



Enquanto o seu aspeto em Super Guerreiro não mudará muito do já conhecido, como demonstrado pelo cut-out exposto pelo evento.


sábado, 14 de julho de 2018

O jogo de sobrevivência Subnautica da Unkown World vai chegar à PlayStation 4 durante o próximo Inverno.



O anúncio foi feito pela PunicButton através da PlayStation Blog.

Subnautica foi lançado para PC em Early Access em 2014 na Steam e em 2016 chegou também no mesmo regime à Xbox One. No início deste ano, a versão final foi lançada para PC, mas a versão de consola não saiu de Early Access até este momento.

O lançamento na PS4 não contará para já com suporte para o PlayStation VR, embora essa função esteja disponível para as versões de PC.

Subnautica é um jogo de sobrevivência que coloca um jogador num planeta estranho e maioritariamente coberto por água e onde tem que recolher recursos para conseguir sobreviver e escapar do planeta enquanto encontra uma cura para a doença que assola aquele mundo desconhecido.

terça-feira, 10 de julho de 2018

O Verão deste ano promete estar repleto de monstros à solta nos PCs de todo o mundo com a chegada de Monster Hunter: World a esta plataforma.


Depois de já estar disponível para Xbox One e PlayStation 4, a chegada deste título da Capcom para PC vai acontecer a 9 de Agosto na Steam.

Foi prometida que nos computadores será possível atingir gameplay a 4K a 60fps, mas para isso convém que se tenha uma noção dos requisitos mínimos e recomendados para correr o jogo.

Requisitos mínimos:
  • Processaodr: Intel Core i5 4460 @ 3.2GHz
  • RAM: 8GB
  • Gráfica: Nvidia GeForce GTX 760
  • Espaço no Disco: 25GB livres
  • Sistema: Windows 7, 8, 8.1 ou 10
Requisitos recomendados:
  • Processador: Intel Core i7 3770 @ 3.4GHz
  • RAM: 8GB
  • Gráfica: Nvidia GeForce GXT 1060
  • Espaço no Disco: 25GB livres
  • Sistema: Windows 7, 8, 8.1 ou 10
O Surface tem sido a grande aposta da Microsoft no segmento de híbridos, e foi hoje anunciado o novo elemento desta família: chama-se Surface Go e o preço baixo e elevada performance são as suas maiores armas.


O principal objetivo do Surface Go é ser um dispositivo de entrada de gama, visto este ser o mais barato de todos os Surface no mercado. O facto de ser mais barato não significa que as características fiquem muito aquém do que é esperado dum elemento desta família.

O Surface Go apresenta-se com um ecrã capacitivo de 10 polegadas, suporte integrado e melhorado e vem com o "Modo S" do Windows 10. A capa teclado que é tão caracteristica nos modelos anteriores vai manter-se no Go, mas este não se vai prender só aos elementos do passado: uma porta USB Tipo-C está presente no dispositivo que lhe permitirá carregar e também ligar-se a outros dispositivos ou até mesmo ligar-se a um monitor externo.

Microsot Surface Go chegará ao mercado a 399$ | Fonte: The Verge
A bateria é uma das características que destacam os elementos da gama Surface, mas este novo modelo, embora tenha um bom desempenho, fica abaixo dos restantes: apenas 9 horas de bateria. O processador é da Intel, um Pentium Gold 4415Y e o modelo standard virá com 4GB de memória RAM e 64GB de armazenamento, mas foram prometidos outros modelos com 8GB de RAM e 128GB ou 256GB de armazenamento através de disco SSD.

Esta será a maior aposta da Microsoft no combate aos iPad. Não será um híbrido de desempenho fenomenal (a Microsoft garante um desempenho semelhante ao Surface Pro 3 lançado em 2014) mas será antes focado para tarefas básicas (mercado do ensino e para famílias e crianças), já que o fator mobilidade é razão de vitória.

A chegada ao mercado ainda não foi revelada, mas as pré-encomendas começarão ainda hoje em Portugal, com o Surface Go a ter um preço de 399$.

segunda-feira, 9 de julho de 2018


     Amado por uns e odiado por outros, (re)apresento-lhes Broly.



     Depois de no ano passado ter reaparecido com uma nova forma (God Broly) no filme Dragon Ball Z: The Real 4-D at Super Tenkaichi Budokai, exclusivamente exibido na Universal Studios Japan, um dos personagens mais controversos da franquia vai estar de regresso já em dezembro como se pode ver pela arte promocional.

     A imagem começou por ganhar repercussão tanto no Twitter como no Reddit até ser confirmada na página do filme e pelo próprio Akira Toriyama.

     Não se sabe por isso se a história do personagem apresentada até agora será a mesma ou se irá sofrer um retcon no 20º filme da franquia Dragon Ball.

     Também confirmado pela Toei Animation está o primeiro trailer do filme durante a San Diego Comic-Con 2018, que decorre entre os dias 19 e 22 de julho.

     A data de lançamento é 14 de dezembro de 2018.

     Começo a escrever no GeekStorm logo com um artigo de opinião e logo sobre um dos filmes que me causou mais voltas ao estômago quando foi lançado o primeiro trailer, mas já lá vou.



     Quando foi anunciada a longa-metragem do The Incredibles 2, eu fiquei como uma miúda de 14 anos nos concertos do Justin Bieber, aos saltos e a babar-me  (vá... não a babar-me).

     Claro que como fã de filmes de animação, esta era uma película que esperava à 14 anos, e na minha cabeça coisas fantásticas começaram a ser imaginadas, como por exemplo, aqueles 14 anos que referi anteriormente terem de facto passado naquele universo, termos uma família Pêra mais envelhecida e os super-heróis não serem  mais contra a lei. Isto aconteceu em vários filmes, de animação e não só, tendo quase todos eles sido êxitos da Sétima Arte.

     Imaginem o meu espanto quando no primeiro trailer o Zézé tem exactamente a mesma idade que no primeiro filme! Caiu-me tudo... todos aqueles anos, 14 para ser preciso, e naquele universo nem um ano se passou? Como é que foram fazer isto? Fiquei frustrado, muito frustrado, mas também fiquei curioso (se levaram tanto tempo para lançar o filme é porque a historia de certeza que era boa).

     Foi só esperar uns meses e nos primeiros dias de estreia em Portugal lá estava eu sentado, não na primeira, mas na última fila, em que podia chorar e ninguém iria dar conta (felizmente nenhuma lágrima foi sacrificada no decorrer da sessão).

     O filme começa, mesmo ali, onde termina o primeiro. Com a Ascensão do Underminer (traduziram o nome para português, mas não o decorei). Tudo o que acontece neste primeiro ato trás repercussões para toda a longa.

     No seu ser, The Incredibles 2 é uma imagem espelhada do primeiro. Helena e Beto a trocarem de papéis, ela agora como super-heroína e ele na lida da casa e dos filhos e com todas as peripécias que isso acarreta, como os problemas com rapazes da Violeta, a matemática do Flecha ou os poderes descontrolados do Zézé. 


domingo, 8 de julho de 2018

Steve Ditko, o artista co-criador do Homem Aranha e Doctor Strange da Marvel, foi encontrado morto na sua casa no dia 29 de Junho, embora só agora tenha sido tornado público.

Steve Ditko co-criou o Homem Aranha da Marvel | Fonte: Marvel
Em declarações à comunicação social, o Presidente da Marvel Entertainment, Dan Buckley, afirmou que o artista de 90 anos "transformou a indústria e o Universo da Marvel e o seu legado não será esquecido".

A perda de Steve Ditko foi sentida por todo o mundo da Banda Desenhada, não só dentro da Marvel, mas também na DC Comics, onde o artista chegou a colaborar, depois de um desentendimento com Stan Lee nos anos 60.

A Marvel Studios publicou uma foto no seu Twitter onde podemos ver o Aranhiço numa pose triste e onde se pode ler a mensagem "Obrigado Steve. Descansa em Paz."

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Há imensas opções para quem gosta de títulos que misturem ação e puzzles, mas poucos são os que conseguem entregar diversão como Sushi Striker: The Way of Sushido.


Este jogo apresenta-se como se fosse uma experiência de anime misturada com videojogo. A premissa é simples: um mundo onde não existe peixe e onde o Sushi apenas existe graças a criaturas míticas (Sushi Sprites) o que gera uma "Guerra Mundial" pelo controlo deste tão apetecido pitéu. Assumindo o papel da(o) protagonista, vamos explorando o mundo à procura de derrotar o Império e de fazer com que o Sushi fique acessível a todos. Para conseguir isto temos que lutar através de comer o Sushi e atirar os pratos vazios ao nosso oponente. Não, não estou a brincar.

Sistema de batalha na Nintendo Switch | Fonte: Nintendo
Para batalhar, temos de fazer ligações em conjuntos de, pelo menos, 2 pratos da mesma cor e amontoar a loiça à nossa frente para depois a usarmos como arma de arremesso. Note-se que o objetivo é juntar pratos da mesma cor, sendo que isso não significa que estes tenham o mesmo tipo de Sushi. Cada peça de Sushi pode ter efeitos para o jogador (como por exemplo, as peças com fruta recuperam HP) e cada cor de prato influencia o dano infligido.

Sistema de batalha na 3DS | Fonte: Nintendo
Quando começamos a nossa aventura, ficamos amigos de Jinrai, o nosso próprio Sushi Spirte que nos acompanha ao longo de todo o jogo. Durante a exploração e após certos níveis, podemos ficar amigos de vários outros Sushi Sprites, cada um com habilidades especiais para poder utilizar em combate a facilitar o nosso trabalho. Ao estilo Pokémon, podemos encontrar vários Sushi Sprites e registá-los num Catálogo.

Perfil de Jinrai, o nosso parceiro Sushi Sprite | Fonte: Nintendo
No que diz respeito à jogabilidade, não há muito a dizer. Na verdade, já quase tudo foi dito. O sistema de batalhas é sempre o mesmo, com as mesmas mecânicas e com pouca diversidade. Para além dele, resume-se a podermos navegar pelo mapa e fazer combates contra outros jogadores localmente ou online. O jogo tenta inovar-se apresentando alguns desafios no combate, mas a verdade é que a sensação de repetição não desaparece. Pode ser divertido, mas não é para longas sessões de jogo.

Cutscene da versão Nintendo Switch | Fonte: Nintendo
Quanto a gráficos, este jogo não tem muito que se lhe diga. Tem cores vibrantes e muito ao estilo anime. A versão da Nintendo 3DS sofre os naturais cortes na resolução, mas nem assim deixa de ser um jogo vibrante e apelativo.

Cutscene da versão Nintendo 3DS | Fonte: Nintendo
Sushi Striket: The Way of Sushido oferece diversão e repetição, mas ainda assim consegue ser surpreendentemente viciante. As batalhas, apesar de recorrerem sempre às mesmas mecânicas, são frenéticas e apelativas, o suficiente para nos esquecermos da sua essência simples: atirar pratos ao oponente. A história do jogo é demasiado cliché e forçada, mas não deve ser levada demasiada a sério já que, tal como o jogo, é suposto ser casual.

Nota: análise feita com base num código final do jogo, gentilmente cedido pela Nintendo 

Nota: 7 peças de Sushi em 10 peças de Sushi.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

A Disney terminou em definitivo a distribuição de filmes em Blu-ray em Portugal. Esta decisão afeta não só os filmes de animação (como já aconteceu com o COCO e Carros 3) mas também os filmes da Marvel Cinematic Universe (MCU) e muito provavelmente os de Star Wars.

Disney para a distribuição de Blu-ray em Portugal | Fonte: GeekStorm
O relato vem diretamente do Reddit, onde o utilizador SirRicco descreve uma visita que fez a uma loja FNAC e na qual foi informado por esta decisão por parte da Disney, depois de não conseguir encontrar nenhum filme do Black Panther em formato físico.

Em declarações ao IGN, a casa do Rato Mickey informou que as estratégias para a distribuição variam em cada mercado, o que indicará que em Portugal este formato não estaria a vender tanto quanto o esperado.

Existem algumas petições online a decorrer para tentar reverter esta decisão da gigante norte-americana. No caso de não ser acedido, as únicas alternativas serão mesmo recorrer ao "velhinho" DVD ou a encomendas do estrangeiro, sendo que esta última sofre por provável falta de localização à língua portuguesa.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

   
     Após a vitória da seleção canarinha frente ao México no Mundial, Philippe Coutinho aproveitou para divulgar a capa do jogo no seu Twitter.
      O jogador do FC Barcelona vai estar na capa global da edição standard do jogo depois de no ano passado ter estado na capa da versão brasileira do PES 2018.
     A imagem mostra o jogador brasileiro a celebrar um golo com a camisola do clube catalão que se vai manter como partner oficial do próximo jogo da saga Pro Evolution Soccer.
     A data de lançamento é 30 de agosto, que no ano passado serviu para lançar a demo do PES 2018.