sexta-feira, 20 de julho de 2018

A amada série animada de Star Wars, que nunca recebeu o fim que merecia, finalmente parece ter passado pelos olhos da gigante Disney. Os fans já pediam por um final ou continuação e agora devem estar se deleitando com o novo trailer.



Durante a San Diego Comic Con, que está atualmente acontecendo, a Lucasfilms revelou o trailer de uma nova temporada da série que vai conter 12 episódios e, pelo que é visto no trailer, se passará algum tempo depois dos acontecimentos do final da temporada 6. Além disso, temos indícios que talvez um dos focos desses novos episódios será o cerco de Mandalore. Confira o trailer abaixo:


Infelizmente a notícia vem com uma pequena decepção. Teremos que esperar até 2019 para ver o que tanto aguardamos. Mas até lá a Geekstorm trará qualquer update que acabe por sair.
Com o anúncio recente da presença de um dos mais icónicos vilões de Dragon Ball no novo filme da saga, todos estavam ansiosos por um trailer. Pelo jeito, o marketing da serie tem acertado bastante, deixando o público interessado e depois lançando uma nova informação que aumente o hype.



Foi agora, durante a Comic Con de San Diego, que o trailer foi finalmente mostrado a todos. Como já tínhamos imaginado, o estilo de animação e bem diferente do que estamos acostumados, pelo menos para aqueles que acompanharam a série. Além disso, o trailer confirma que será uma continuação direta do final da série do Super. Confira o trailer abaixo:


Por enquanto estas são as informações que temos. Agora é só esperar para que dezembro chegue logo.
A noção que não se fazem videojogos em Portugal é uma coisa do passado, e grande parte da culpa é do estúdio da Nerd Monkeys que para além de produzir jogos, promove em grande escala o que de melhor se faz na área em Portugal.
Mas o destaque de hoje é para o novo jogo que chega agora à Steam desta produtora "tuga": Inspector Zé e Robot Palhaço em:O Assassino do Intercidades.



Detective Case and Clow Bot in: The Express Killer é o título internacional do jogo que permite que seja jogado tanto em Português como em Inglês. Já que esta análise é feita na língua de Camões, recomendamos que experimentem o jogo na sua "língua nativa", já que muito do humor deste título passa pelas piadas tão tipicamente "tugas" que seria uma pena não serem devidamente apreciadas.

Humor e boa disposição são uma constante do jogo | Fonte: Nerd Monkeys
Este título é a sequela do Crime no Hotel Lisboa e começa a ação não muito tempo depois do seu antecessor. Mais uma vez, vestimos a pele do Detetive Zé (caso o nome do jogo não indicasse isso) e com a ajuda do seu fiel ajudante (ou saidequique) Robot Palhaço, vão ter que desvendar um novo mistério: alguém anda a assassinar pessoas no Intercidades de Lisboa-Porto.

Há alguns desafios em mini-jogos para superar | Fonte: Nerd Monkeys
O estilo do jogo é simples: é um point-and-click, com arte pixelizada e o propósito é termos de andar a percorrer as várias carruagens do comboio à procura de pistas que nos permitam interrogar com eficácia os vários passageiros para podermos descobrir quem é o tão esquivo assassino.
Há também alguns mini-jogos que temos que superar antes de podermos fazer perguntas pertinentes aos nossos suspeitos.

Quando se tem todos os itens que nos permite iniciar um interrogatório, temos de ser capazes de escolher qual a opção de dialogo mais adequada e combina-la com o artigo que melhor se enquadre como prova para a afirmação que estamos a dizer. O objetivo destes interrogatórios é desarmarmos os suspeitos de eventual argumentação para poderem refutar e serem obrigados a brindarem-nos com a verdade.

Os interrogatórios são fundamentais | Fonte: Nerd Monkeys
Encontrar todas as provas espalhadas pelo comboio até pode parecer um objetivo simples, mas na verdade tem um nível de complexidade surpreendentemente elevado, pelo menos no que a um conjunto de objetos diz respeito: os dentes duma dentadura dum senhor de idade. Os dentes são elementos super pequenos, com cerca 2 pixels de tamanha e são quase invisíveis quando colocados no ambiente do jogo. Reza a lenda que há 29, mas nesta redação só conseguimos dar com 26 até à data desta análise. Os restantes 3 estão ainda desaparecidos em combate.
É um pouco frustrante passar tanto tempo à procura de objetos tão pequenos sem qualquer tipo de auxilio, um desafio que poderia ser simplificado de alguma forma, bastava haver algum tipo de ajuda no jogo como algo a informar "Nesta carruagem já encontraste todo o marfim!" e podermos limitar a nossa procura.

A maior questão durante todo o jogo!
O Assassino do Intercidades pode não ser um jogo repleto de complexidade nem gráficos Ultra Mega Hiper HD, mas está repleto de um humor peculiar e muito ligeiro que nos faz soltar pequenas grandes gargalhadas. Explorar todos os pequenos cantos, falar com todas as pessoas, estar atento a todos os detalhes e pistas faz-nos sentir como verdadeiros detetives, talvez bons o suficiente para ultrapassar as reais capacidades do Inspetor Zé.
Não é um jogo que nos leve horas (assumindo que têm melhor olho que eu e encontram os dentes todos com facilidade) mas que dispõe bem e faz com que o tempo passe a voar. O que é nacional é, efetivamente, bom!

Esta análise foi feita com base num código de pré-lançamento do jogo final, gentilmente cedido pela Nerd Monkeys.
Nota: 8 sorriDentes em 10 sorriDentes.
(Trocadilho digno de estar presente no jogo, na minha modesta opinião)

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Quem for hoje às lojas para procurar jogos para o seu catálogo da PlayStation 4, pode ser que o consiga fazer, sem que para isso tenha que esgotar o seu orçamento familiar.
Isto porque chegam hoje às lojas em Portugal os PlayStation Hits, uma coletânea de 23 jogos que vêm o seu preço reduzido para 19,99€.




Querem saber se o vosso jogo favorito caiu de preço? Então vejam aqui a lista completa de títulos que fazem parte do PlayStation Hits:

  • Uncharted 4: O Fim de um Ladrão
  • The Last of Us™ Remastered
  • Dragon Ball® XENOVERSE
  • EA Sports™ UFC®2
  • Yakuza 0
  • LittleBigPlanet™ 3
  • DRIVECLUB™
  • Ratchet & Clank™
  • Killzone™ Shadow Fall
  • Bloodborne
  • inFAMOUS: Second Son™
  • Project CARS™
  • DYNASTY WARRIORS 8: Xtreme Legends Complete Edition
  • Watch_Dogs
  • Assassin’s Creed® IV Black Flag™
  • Rayman® Legends
  • Mortal Kombat X
  • Batman™: Arkham Knight
  • Middle-Earth™: Shadow of Mordor™
  • Need For Speed™
  • Need For Speed™ Rivals
  • Earth Defense Force 4.1: The Shadow Of New Despair
  • DYNASTY WARRIORS 8: Xtreme Legends Complete Edition
Esta promoção não é um exclusivo para versões físicas, pelo que estão também disponíveis na PlayStation Store.

Mais títulos ficaram prometidos para serem incluídos neste coletânea no futuro. Quais? Será esperar para ver.

terça-feira, 17 de julho de 2018

O ator Nathan Fillion já havia prometido novidades sobre a série Uncharted, mas nada previa o que estava para chegar.



Uma curta metragem com cerca de 15 minutos, com Fillion na pele de Nathan Drake a ter que se desenvencilhar de mais uma situação bicuda.

A curta está disponível no YouTube, mas podem vê-la também embaixo. O realizador foi Allan Ungar (Gridlocked), mas esta curta metragem não tem o patrocínio ou apoio da Sony ou da Naughty Dogs, sendo apenas um projeto de fãs.

É das maiores notícias no mundo do futebol e é de tal maneira grande que tem repercussões noutras áreas: Cristiano Ronaldo é jogador da Juventus.



Mas Cristiano Ronaldo é também a capa do FIFA 19 que já tinha as suas campanhas de markting a decorrer, mas com o jogador envergando a camisola da sua antiga equipa, o Real Madrid. Com o jogador a ser escolhido para ser a capa do jogo, o mundo ficou à espera de ver qual seria a reação da EA perante a contratação do melhor do mundo: ou envergaria a camisola da seleção nacional de Portugal, ou trocava para o equipamento do clube italiano.

A resposta chegou durante a madrugada. A EA lançou um vídeo onde dá as boas vindas a CR7 à Velha Senhora, mostrando o melhor jogador do mundo com o equipamento branco e preto, caracteristico da equipa italiana.
O anuncio foi feito através dum vídeo publicado na página do Twitter da editora.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

     A pouco mais de um mês de espera do novo F1, a Codemasters revelou os carros clássicos que poderemos pilotar.

     Em F1 2017 tínhamos 12 monolugares (que se vão manter), pelo que agora esse número vai subir para 18 ou até mesmo 20, caso façam a reserva do jogo, comprem a Edição "Day One" ou a Edição Headline. Alternativamente será possível comprar os 2 veículos (60 dias após o lançamento).

     Carros presentes em F1 2017 e que regressam:
(Imagens F1 2017)

     McLaren MP4/4 (1988)
Com 15 vitórias e 15 pole position em 16 possíveis o carro serviu Alain Prost e Ayrton Senna
O brasileiro conquistaria o primeiro de três títulos mundiais com este carro

     McLaren MP4/6 (1991)
Conduzido por Ayrton Senna, este foi o monolugar do terceiro e último título mundial do brasileiro

     Williams FW14 (1992)
Dirigido por Nigel Mansell e Riccardo Patrese, respetivamente campeão e vice-campeão em 1992

     Ferrari 412T2 (1995)
O carro que deu a Jean Alesi a sua única vitória num grande prémio (no Canadá)
Foi o último da F1 a utilizar um motor V12 

     Williams FW18 (1996)
Mais um Williams de sucesso, novamente conduzido pelo campeão e vice-campeão daquele ano, no caso Damon Hill (97 pontos) e Jacques Villeneuve (78 pontos), que conseguiram 12 vitórias em 16 grandes prémios

     McLaren MP4-13 (1998)
O carro do primeiro título de Mika Häkkinen e que devolveu o título de construtores à McLaren

     Ferrari F2002 (2002)
Conduzido por Michael Schumacher e Rubens Barrichello, esta máquina deu mais um título ao alemão e à Scuderia do Cavallino Rampante 

     Ferrari F2004 (2004)
O veículo no qual Michael Schumacher conseguiu o seu 7º título na F1 (o 5º de forma consecutiva) para além de dar à Ferrari o seu 6º título de construtores consecutivo

     Renault R26 (2006)
O monolugar do bicampeonato de Fernando Alonso e da Renault

     Ferrari F2007 (2007)
O carro do último título de pilotos conseguido pela Ferrari até hoje assim como do primeiro e até agora único título do finlandês Kimi Räikkönen

     McLaren MP4-23 (2008)
O carro no qual Lewis Hamilton venceu o seu primeiro título (tornando-se no mais jovem a fazê-lo há altura) depois de ultrapassar o Toyota de Timo Glock na última curva da última volta do último grande prémio da temporada no Brasil, que lhe valeria o 5º lugar nessa prova e que precisava para vencer o campeonato
1 ponto foi o que o separou de Felipe Massa

     Red Bull RB6 (2010)
O carro do primeiro título de pilotos de Sebastian Vettel e de construtores da Red Bull

     Novos carros clássicos:

     Lotus 72D (1972)

Carro com o qual Emerson Fittipaldi conquistou o seu 1º título na F1



Ferrari 312 T2 (1976)

Carro com o qual Niki Lauda quase teve um fatídico acidente e que apareceu no filme Rush (2013)

McLaren M23D (1976)
Conduzido por James Hunt no seu único título na F1 em 1976 e que também apareceu no filme Rush

Lotus 79 (1978)
Carro do único título de Mario Andretti na temporada de 1978

Ferrari 312 T4 (1979)
O Ferrari no qual Jody Scheckter sagrou-se campeão à frente do companheiro de equipa Gilles Villeneuve
Curiosamente, foi também o último piloto campeão pela marca de Maranello enquanto Enzo Ferrari (fundador da Scuderia Ferrari e da fábrica de automóveis Ferrari) ainda era vivo

McLaren MP4/1B (1982)
O McLaren conduzido por John Watson e Niki Lauda

Exclusivos da reserva, da Edição "Day One" ou da Edição Headline:
Williams FW25 (2003)
Pilotado por Juan Pablo Montoya e Ralf Schumacher

Brawn BGP-001 (2009)
Com apenas 1 temporada disputada na F1, a Brawn conseguiu tanto o título de pilotos (com Jenson Button) como o de construtores (fruto do título de Button e do terceiro lugar de Rubens Barrichello)

     A juntar a estes 20 carros clássicos à que relembrar que também estarão presentes os 20 carros oficiais da temporada de 2018.

     A data de lançamento é 24 de agosto para PS4, Xbox One e PC.
Ferrari 312 T
A Ferrari na 
Curiosamente
Na semana passada tínhamos falado que Broly seria uma das personagens no próximo filme de Dragon Ball Super, tornando-o oficialmente como uma personagem canónica.



As mudanças de design na personagem foram agora reveladas na Jump Victory Carnival, uma feira da revista Shonen Jump. No evento, os fãs puderam ver uma nova figura com o novo aspeto de Broly para o próximo filme.



Enquanto o seu aspeto em Super Guerreiro não mudará muito do já conhecido, como demonstrado pelo cut-out exposto pelo evento.


sábado, 14 de julho de 2018

O jogo de sobrevivência Subnautica da Unkown World vai chegar à PlayStation 4 durante o próximo Inverno.



O anúncio foi feito pela PunicButton através da PlayStation Blog.

Subnautica foi lançado para PC em Early Access em 2014 na Steam e em 2016 chegou também no mesmo regime à Xbox One. No início deste ano, a versão final foi lançada para PC, mas a versão de consola não saiu de Early Access até este momento.

O lançamento na PS4 não contará para já com suporte para o PlayStation VR, embora essa função esteja disponível para as versões de PC.

Subnautica é um jogo de sobrevivência que coloca um jogador num planeta estranho e maioritariamente coberto por água e onde tem que recolher recursos para conseguir sobreviver e escapar do planeta enquanto encontra uma cura para a doença que assola aquele mundo desconhecido.

terça-feira, 10 de julho de 2018

O Verão deste ano promete estar repleto de monstros à solta nos PCs de todo o mundo com a chegada de Monster Hunter: World a esta plataforma.


Depois de já estar disponível para Xbox One e PlayStation 4, a chegada deste título da Capcom para PC vai acontecer a 9 de Agosto na Steam.

Foi prometida que nos computadores será possível atingir gameplay a 4K a 60fps, mas para isso convém que se tenha uma noção dos requisitos mínimos e recomendados para correr o jogo.

Requisitos mínimos:
  • Processaodr: Intel Core i5 4460 @ 3.2GHz
  • RAM: 8GB
  • Gráfica: Nvidia GeForce GTX 760
  • Espaço no Disco: 25GB livres
  • Sistema: Windows 7, 8, 8.1 ou 10
Requisitos recomendados:
  • Processador: Intel Core i7 3770 @ 3.4GHz
  • RAM: 8GB
  • Gráfica: Nvidia GeForce GXT 1060
  • Espaço no Disco: 25GB livres
  • Sistema: Windows 7, 8, 8.1 ou 10
O Surface tem sido a grande aposta da Microsoft no segmento de híbridos, e foi hoje anunciado o novo elemento desta família: chama-se Surface Go e o preço baixo e elevada performance são as suas maiores armas.


O principal objetivo do Surface Go é ser um dispositivo de entrada de gama, visto este ser o mais barato de todos os Surface no mercado. O facto de ser mais barato não significa que as características fiquem muito aquém do que é esperado dum elemento desta família.

O Surface Go apresenta-se com um ecrã capacitivo de 10 polegadas, suporte integrado e melhorado e vem com o "Modo S" do Windows 10. A capa teclado que é tão caracteristica nos modelos anteriores vai manter-se no Go, mas este não se vai prender só aos elementos do passado: uma porta USB Tipo-C está presente no dispositivo que lhe permitirá carregar e também ligar-se a outros dispositivos ou até mesmo ligar-se a um monitor externo.

Microsot Surface Go chegará ao mercado a 399$ | Fonte: The Verge
A bateria é uma das características que destacam os elementos da gama Surface, mas este novo modelo, embora tenha um bom desempenho, fica abaixo dos restantes: apenas 9 horas de bateria. O processador é da Intel, um Pentium Gold 4415Y e o modelo standard virá com 4GB de memória RAM e 64GB de armazenamento, mas foram prometidos outros modelos com 8GB de RAM e 128GB ou 256GB de armazenamento através de disco SSD.

Esta será a maior aposta da Microsoft no combate aos iPad. Não será um híbrido de desempenho fenomenal (a Microsoft garante um desempenho semelhante ao Surface Pro 3 lançado em 2014) mas será antes focado para tarefas básicas (mercado do ensino e para famílias e crianças), já que o fator mobilidade é razão de vitória.

A chegada ao mercado ainda não foi revelada, mas as pré-encomendas começarão ainda hoje em Portugal, com o Surface Go a ter um preço de 399$.

segunda-feira, 9 de julho de 2018


     Amado por uns e odiado por outros, (re)apresento-lhes Broly.



     Depois de no ano passado ter reaparecido com uma nova forma (God Broly) no filme Dragon Ball Z: The Real 4-D at Super Tenkaichi Budokai, exclusivamente exibido na Universal Studios Japan, um dos personagens mais controversos da franquia vai estar de regresso já em dezembro como se pode ver pela arte promocional.

     A imagem começou por ganhar repercussão tanto no Twitter como no Reddit até ser confirmada na página do filme e pelo próprio Akira Toriyama.

     Não se sabe por isso se a história do personagem apresentada até agora será a mesma ou se irá sofrer um retcon no 20º filme da franquia Dragon Ball.

     Também confirmado pela Toei Animation está o primeiro trailer do filme durante a San Diego Comic-Con 2018, que decorre entre os dias 19 e 22 de julho.

     A data de lançamento é 14 de dezembro de 2018.

     Começo a escrever no GeekStorm logo com um artigo de opinião e logo sobre um dos filmes que me causou mais voltas ao estômago quando foi lançado o primeiro trailer, mas já lá vou.



     Quando foi anunciada a longa-metragem do The Incredibles 2, eu fiquei como uma miúda de 14 anos nos concertos do Justin Bieber, aos saltos e a babar-me  (vá... não a babar-me).

     Claro que como fã de filmes de animação, esta era uma película que esperava à 14 anos, e na minha cabeça coisas fantásticas começaram a ser imaginadas, como por exemplo, aqueles 14 anos que referi anteriormente terem de facto passado naquele universo, termos uma família Pêra mais envelhecida e os super-heróis não serem  mais contra a lei. Isto aconteceu em vários filmes, de animação e não só, tendo quase todos eles sido êxitos da Sétima Arte.

     Imaginem o meu espanto quando no primeiro trailer o Zézé tem exactamente a mesma idade que no primeiro filme! Caiu-me tudo... todos aqueles anos, 14 para ser preciso, e naquele universo nem um ano se passou? Como é que foram fazer isto? Fiquei frustrado, muito frustrado, mas também fiquei curioso (se levaram tanto tempo para lançar o filme é porque a historia de certeza que era boa).

     Foi só esperar uns meses e nos primeiros dias de estreia em Portugal lá estava eu sentado, não na primeira, mas na última fila, em que podia chorar e ninguém iria dar conta (felizmente nenhuma lágrima foi sacrificada no decorrer da sessão).

     O filme começa, mesmo ali, onde termina o primeiro. Com a Ascensão do Underminer (traduziram o nome para português, mas não o decorei). Tudo o que acontece neste primeiro ato trás repercussões para toda a longa.

     No seu ser, The Incredibles 2 é uma imagem espelhada do primeiro. Helena e Beto a trocarem de papéis, ela agora como super-heroína e ele na lida da casa e dos filhos e com todas as peripécias que isso acarreta, como os problemas com rapazes da Violeta, a matemática do Flecha ou os poderes descontrolados do Zézé. 


domingo, 8 de julho de 2018

Steve Ditko, o artista co-criador do Homem Aranha e Doctor Strange da Marvel, foi encontrado morto na sua casa no dia 29 de Junho, embora só agora tenha sido tornado público.

Steve Ditko co-criou o Homem Aranha da Marvel | Fonte: Marvel
Em declarações à comunicação social, o Presidente da Marvel Entertainment, Dan Buckley, afirmou que o artista de 90 anos "transformou a indústria e o Universo da Marvel e o seu legado não será esquecido".

A perda de Steve Ditko foi sentida por todo o mundo da Banda Desenhada, não só dentro da Marvel, mas também na DC Comics, onde o artista chegou a colaborar, depois de um desentendimento com Stan Lee nos anos 60.

A Marvel Studios publicou uma foto no seu Twitter onde podemos ver o Aranhiço numa pose triste e onde se pode ler a mensagem "Obrigado Steve. Descansa em Paz."

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Há imensas opções para quem gosta de títulos que misturem ação e puzzles, mas poucos são os que conseguem entregar diversão como Sushi Striker: The Way of Sushido.


Este jogo apresenta-se como se fosse uma experiência de anime misturada com videojogo. A premissa é simples: um mundo onde não existe peixe e onde o Sushi apenas existe graças a criaturas míticas (Sushi Sprites) o que gera uma "Guerra Mundial" pelo controlo deste tão apetecido pitéu. Assumindo o papel da(o) protagonista, vamos explorando o mundo à procura de derrotar o Império e de fazer com que o Sushi fique acessível a todos. Para conseguir isto temos que lutar através de comer o Sushi e atirar os pratos vazios ao nosso oponente. Não, não estou a brincar.

Sistema de batalha na Nintendo Switch | Fonte: Nintendo
Para batalhar, temos de fazer ligações em conjuntos de, pelo menos, 2 pratos da mesma cor e amontoar a loiça à nossa frente para depois a usarmos como arma de arremesso. Note-se que o objetivo é juntar pratos da mesma cor, sendo que isso não significa que estes tenham o mesmo tipo de Sushi. Cada peça de Sushi pode ter efeitos para o jogador (como por exemplo, as peças com fruta recuperam HP) e cada cor de prato influencia o dano infligido.

Sistema de batalha na 3DS | Fonte: Nintendo
Quando começamos a nossa aventura, ficamos amigos de Jinrai, o nosso próprio Sushi Spirte que nos acompanha ao longo de todo o jogo. Durante a exploração e após certos níveis, podemos ficar amigos de vários outros Sushi Sprites, cada um com habilidades especiais para poder utilizar em combate a facilitar o nosso trabalho. Ao estilo Pokémon, podemos encontrar vários Sushi Sprites e registá-los num Catálogo.

Perfil de Jinrai, o nosso parceiro Sushi Sprite | Fonte: Nintendo
No que diz respeito à jogabilidade, não há muito a dizer. Na verdade, já quase tudo foi dito. O sistema de batalhas é sempre o mesmo, com as mesmas mecânicas e com pouca diversidade. Para além dele, resume-se a podermos navegar pelo mapa e fazer combates contra outros jogadores localmente ou online. O jogo tenta inovar-se apresentando alguns desafios no combate, mas a verdade é que a sensação de repetição não desaparece. Pode ser divertido, mas não é para longas sessões de jogo.

Cutscene da versão Nintendo Switch | Fonte: Nintendo
Quanto a gráficos, este jogo não tem muito que se lhe diga. Tem cores vibrantes e muito ao estilo anime. A versão da Nintendo 3DS sofre os naturais cortes na resolução, mas nem assim deixa de ser um jogo vibrante e apelativo.

Cutscene da versão Nintendo 3DS | Fonte: Nintendo
Sushi Striket: The Way of Sushido oferece diversão e repetição, mas ainda assim consegue ser surpreendentemente viciante. As batalhas, apesar de recorrerem sempre às mesmas mecânicas, são frenéticas e apelativas, o suficiente para nos esquecermos da sua essência simples: atirar pratos ao oponente. A história do jogo é demasiado cliché e forçada, mas não deve ser levada demasiada a sério já que, tal como o jogo, é suposto ser casual.

Nota: análise feita com base num código final do jogo, gentilmente cedido pela Nintendo 

Nota: 7 peças de Sushi em 10 peças de Sushi.